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Preconceitos, estereótipos e discriminação

Preconceitos, estereótipos e discriminação

A existência de um preconceito implica que nós preconceitemos, geralmente negativamente para um grupo ou seus membros. Preconceito Não se refere apenas a uma opinião ou crença, mas também a uma atitude, que inclui sentimentos como desprezo, nojo, abominação.

Pesquisas atuais indicam que o preconceito é amplamente determinado por um tipo de pensamento conhecido como categórico e geralmente é um resultado natural da maneira como entendemos o mundo. Quando pensamos em categorias, é fácil surgir preconceito. Uma conseqüência do pensamento categórico é que ele facilita a distorção das percepções.

Conteúdo

  • 1 Estereótipos
  • 2 O que é discriminação
  • 3 Como evitar a discriminação

Estereótipos

Ele estereótipo, em vez disso, é um termo que se refere a generalizações (ou frequentemente sobre generalizações) sobre os membros de um grupo. As generalizações podem ser positivas (as mulheres são macias), mas na maioria dos casos são negativas e resistentes à mudança (os indígenas são tolos).

Como no caso do preconceito, estudos psicológicos descobriram que a estereotipagem é um processo comum e natural em culturas ao redor do mundo. Os estereótipos, como outras generalizações, servem como atalhos mentais e provavelmente são mais aplicados quando estamos ocupados ou distraídos. Os estereótipos podem ser ativados ao ver rapidamente uma imagem ou uma palavra relacionada a um grupo estereotipado e podem influenciar atitudes e comportamento.

O que é discriminação?

O discriminação envolve colocar os membros de um grupo em desvantagem ou tratá-los injustamente porque pertencem a um grupo.

Embora muitos países tenham adotado leis de direitos civis nos últimos 50 anos, a discriminação continua sendo um problema sério no mundo, mesmo em países democráticos que afirmam publicamente o ideal de igualdade. Considere o caso de Leelah Alconr, a adolescente americana transgênero que se suicidou no ano passado depois de ser forçada a receber terapia de conversão. Felizmente, essa situação deu lugar ao presidente Barack Obama Impediria esse tipo de terapia, mas ainda é um reflexo da extensão dos danos que o preconceito e a discriminação podem atingir.

Basicamente, o preconceito é sustentado por: desigualdade social, divisões sociais e bodes expiatórios.

Como evitar a discriminação

Para solucionar os problemas envolvidos na solução de preconceitos e discriminações desde a década de 1990, o grupos minoritários como agentes ativos que escolhem e influenciam as situações envolvidas.

Atualmente, temos práticas como “Programas de treinamento de empatia” que parecem reduzir o preconceito, independentemente da idade, sexo ou raça dos participantes. Pesquisas em empatia e representação sugerem que esse tipo de reversão de perspectiva pode reduzir preconceitos, estereótipos e discriminação. Para se tornar mais empático em relação às pessoas sujeitas a preconceitos, basta considerar perguntas como: como eu me sentiria nessa situação? Como elas estão se sentindo agora? Ou por que elas se comportam dessa maneira? Também foram utilizados exercícios de representação em papel para praticar a resposta eficaz a comentários prejudicados.

Outro método poderoso para reduzir o preconceito e a discriminação é estabelecer regras, regulamentos e normas sociais que busquem ou exijam um acordo mais justo. Reduções ainda mais duradouras nos preconceitos de longo prazo são possíveis quando as pessoas são apontadas inconsistências em seus valores, atitudes e comportamentos.

Outra das técnicas mais profundamente estudadas para reduzir o preconceito é o contato entre grupos. As condições de competição e as diferenças no nível social podem aumentar o preconceito, em vez de diminuí-lo. A chave é criar situações que levem a interações cooperativas e interdependentes que busquem um objetivo comum e onde as pessoas sejam alteradas de um "nós e elas" para um único "nós".

Por fim, gostaríamos de compartilhar um guia muito dinâmico e de fácil leitura, que esperamos que seja útil: A discriminação começa em você.

Referências

  • Aguilar-Morales, J.E. (2011). Preconceitos, estereótipos e discriminação. Rede de Psicologia Organizacional. México: Oaxaca Association of Psychology A.C.
  • Almonte, D. (2014).Experiência racial. Disponível em //www.psyciencia.com
  • Aparicio, D. (2015).Obama pede a proibição de "terapias de conversão" para homossexuais e adolescentes trans. Disponível em //www.psyciencia.com/2015/09/obama-pide-la-prohibicion-de-las-terapias-de-conversion-sexual-en-adolescentes/